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A campanha Janeiro Roxo é realizada anualmente com o objetivo de conscientizar a população sobre a hanseníase, uma doença que ainda está presente no Brasil e que pode causar sequelas graves quando não é tratada a tempo.
Minas Gerais apresenta índices de detecção historicamente abaixo da média nacional, com 1.294 casos registrados em 2024 e 1.080 em 2025, o que reforça a importância da vigilância, do diagnóstico precoce e da busca por atendimento médico diante de qualquer sinal suspeito.
A hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada por uma bactéria que atinge principalmente a pele e os nervos periféricos. A transmissão ocorre por meio de contato próximo e prolongado com pessoas que ainda não iniciaram o tratamento.
Entre os sinais mais comuns estão manchas claras, avermelhadas ou amarronzadas na pele com perda ou diminuição da sensibilidade, formigamento, dormência nas mãos e nos pés, além de fraqueza muscular.
A hanseníase tem cura e o tratamento é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, menores são as chances de complicações e de transmissão da doença.
A orientação é que qualquer pessoa que perceba alterações na pele com perda de sensibilidade procure imediatamente a unidade básica de saúde mais próxima.
De acordo com o painel epidemiológico da hanseníase da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), no ano de 2025 a região registrou 16 casos da doença, distribuídos da seguinte forma:
Abadia dos Dourados: 1 caso
Coromandel: 4 casos
Douradoquara: 1 caso
Estrela do Sul: 3 casos
Grupiara: 1 caso
Monte Carmelo: 3 casos
Patrocínio: 3 casos
Os dados reforçam a importância do diagnóstico precoce e da procura pelos serviços de saúde ao surgimento dos primeiros sintomas.
~Redação Rádio Ativa FM