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O pré-candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema, apresentou neste sábado (18) propostas econômicas e institucionais para um eventual governo federal. Durante o Encontro Nacional do partido, realizado em São Paulo, o ex-governador de Minas Gerais afirmou que pretende privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil caso seja eleito presidente em 2026.
Segundo Zema, os recursos obtidos com a venda das estatais seriam destinados a obras de infraestrutura em todo o país. A proposta faz parte, de acordo com o pré-candidato, de um plano voltado ao crescimento econômico e à modernização da logística nacional, com investimentos em rodovias, ferrovias, hidrovias e portos.
Durante o discurso, Zema também criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que o Brasil “não aguenta mais quatro anos de Lula”. O pré-candidato atribuiu à atual gestão problemas relacionados à economia, à segurança pública e à educação.
Na área da segurança, Zema afirmou que o governo federal falhou no combate ao crime organizado e disse que facções criminosas ampliaram sua influência em diferentes regiões do país. No campo econômico, defendeu a redução dos gastos públicos, o controle da dívida e a queda das taxas de juros.
O ex-governador também fez críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ele defendeu o fim das decisões monocráticas na Corte, a extinção do foro privilegiado, o combate aos supersalários e a proibição de que parentes de ministros atuem como advogados perante os respectivos tribunais.
Zema ainda afirmou que, caso a direita conquiste maioria no Senado após as eleições, buscará apoiar o impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Durante o evento, também citou o ministro Gilmar Mendes ao defender mudanças no funcionamento do STF.
Ao falar sobre sua trajetória administrativa, o pré-candidato destacou resultados de sua gestão em Minas Gerais. Segundo ele, o estado recuperou o equilíbrio fiscal, atraiu cerca de R$ 500 bilhões em investimentos privados e registrou a geração de mais de 1 milhão de empregos durante seu mandato.
~Redação Rádio Ativa FM